As horas sem ti parecem infinitas. Os minutos sem ti parecem anos. Cada segundo condensa em si a eternidade de não ver o teu sorriso. E quando vejo o tempo pára. Num instante vejo toda uma vida.
A luz que brilha nos teus olhos quando descobres aquele livro e ficas preso. Como se não houvesse mais ninguém, mais nada no mundo.
Aquele abraço que dás. Tão simples mas com um universo tão grande dentro dele que o meu coração se sente esmagado.
A máscara que usas. A que todos vêem mas que eu, raras vezes, tive a oportunidade de a ver cair e ver a tua fragilidade.
O teu corpo. Que desejo carnalmente e, ao mesmo tempo, quero deixar imaculado. O corpo de um anjo. Tê-lo seria um prazer e uma dor. Nele quero fazer o meu templo.
Principe Connor.
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