....enjoa!
Por isso há que mudar o "chip"
Começar de uma maneira diferente. Sexo casual, sem ligação, sem intimidade.
A solidão e o sentimento de vazio estão presentes de qualquer forma! Seja com encontros casuais seja com paixões não correspondidas.
Let's shag my brains out!
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Fénix II
Como é que me meti nisto?
Ontem disseram-me que me perdi. É possivel. Será que alguma vez me vou encontrar.
Precisar que alguem goste de nos para gostarmos de nos proprios.
Como é que me meti nisto.
Nao mergulhei. Fui-me afundando na certeza e na incerteza de quem sou.
(Pausa)
O fim.
A dor.
Esses olhos onde sempre me vou perder.
Ate um dia.
Ontem disseram-me que me perdi. É possivel. Será que alguma vez me vou encontrar.
Precisar que alguem goste de nos para gostarmos de nos proprios.
Como é que me meti nisto.
Nao mergulhei. Fui-me afundando na certeza e na incerteza de quem sou.
(Pausa)
O fim.
A dor.
Esses olhos onde sempre me vou perder.
Ate um dia.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Pescada de rabo na boca
Quanto mais gosto de ti mais quero gostar.
Mas ando enganado, iludido. Vejo o mundo atraves de lentes cor de rosa. A distância tem ajudado. Espero ate ao final desta semana ter me curado parcialmente desta paixão que ocupou todas as fibras do meu ser.
Quero-te tanto!
Mas tenho de me lembrar de querer me em primeiro lugar. Por isso tenho de acabar com isto. Uma amizade é uma amizade e é o que tu queres. E eu vou ter de viver com isso.
E quanto mais sofro mais quero sofrer. Por ti.
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
O toque
O teu toque dói-me. Deixa me ansioso. Nervoso. Em paz. Relembro vezes sem conta aquele beijo que demos na discoteca. Quero parar o tempo. E no entanto ele passa. E corre. E o teu toque dói-me.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
As rotundas da vida
Esta moda moderna das rotundas irrita-me. Nascem nas estradas como cogumelos no Outono. Mas essas só me tiram a paciência.
São as rotundas da vida que são lixadas.
Ora, nós vamos muito calmamente na estrada da vida e chegamos a uma rotunda. Tanta escolha. Tantas saídas. E sem placas a indicar o caminho. Seguimos um qualquer caminho. Guiados pela intuição ou pela razão ou pelo coração. Ás cegas. E de novo nos encontramos na estrada da vida. Ás vezes uma via de sentido único, outras de dois sentidos. Ás vezes com obras que dificultam a circulação. Outras vezes cortadas e temos de apanhar um desvio. Mas inevitavelmente chegamos a mais uma rotunda. O estranho é que ás vezes chegamos a algumas rotundas onde já tínhamos estado.
E assim levamos a vida. Entre rotundas. Só espero não apanhar mais vias de sentido proibido e aperceber-me disso tarde demais.
Não sou uma pessoa fácil. Ninguém é. Mas neste momento o que peço é tão fácil. Um abraço. Um beijo. Uma caricia. Sem palavras.
São as rotundas da vida que são lixadas.
Ora, nós vamos muito calmamente na estrada da vida e chegamos a uma rotunda. Tanta escolha. Tantas saídas. E sem placas a indicar o caminho. Seguimos um qualquer caminho. Guiados pela intuição ou pela razão ou pelo coração. Ás cegas. E de novo nos encontramos na estrada da vida. Ás vezes uma via de sentido único, outras de dois sentidos. Ás vezes com obras que dificultam a circulação. Outras vezes cortadas e temos de apanhar um desvio. Mas inevitavelmente chegamos a mais uma rotunda. O estranho é que ás vezes chegamos a algumas rotundas onde já tínhamos estado.
E assim levamos a vida. Entre rotundas. Só espero não apanhar mais vias de sentido proibido e aperceber-me disso tarde demais.
Não sou uma pessoa fácil. Ninguém é. Mas neste momento o que peço é tão fácil. Um abraço. Um beijo. Uma caricia. Sem palavras.
sábado, 13 de outubro de 2012
As teias das cobras
Um mutante. Um hibrido. Neste momento a melhor definição para um homem gay é que são cobras que estendem as suas teias por todo o lado.
E espalham veneno pelas vitimas que vão apanhando na sua teia.
O amor é cego. Mas deixa-nos cegos?
Como é que te vou dizer que te amo se não sei o que é o esse amor entre homens. Sinto muitos tipos de amor por muitos homens mas o amor de uma alma gémea, de uma eternidade, não sei o que é.
Continuo a ver a luz que irradias.
E espalham veneno pelas vitimas que vão apanhando na sua teia.
O amor é cego. Mas deixa-nos cegos?
Como é que te vou dizer que te amo se não sei o que é o esse amor entre homens. Sinto muitos tipos de amor por muitos homens mas o amor de uma alma gémea, de uma eternidade, não sei o que é.
Continuo a ver a luz que irradias.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Oz e a bebedeira de 4a feira
No filme "O feiticeiro de Oz" o Homem de lata queria ter um coração.
Claro que toda a gente sabe que ele diz isso porque não tem experiência em ter um coração. Se tivesse soubesse o que é ter um coração não dizia nem pedia isso.
Ter um coração dá trabalho. Dá mto trabalho. tanto para o bem como para o mal.....
Num minuto estamos no céu como na hora seguinte estamos no inferno.
E depois para temperar há sempre a cabeça que está sempre a analisar tudo. A pesar os prós e os contras. A dizer faz! A dizer não faças!
Será que o Homem de lata é mais feliz desde que tem o coração?
Acho que não. Tem apenas mais coisas com que se preocupar. Apenas mais sentimentos do que o que tinha.
E na pausa para uma rapidinha (depois de 3 semanas) fico a pensar......
Será que o Homem de lata tem de se preocupar com a parte física?
Será que o sexo conta? Será que isto que fiz conta como traição dos meus sentimentos? Será que apenas estou a ser humano e a fazer o que é esperado de mim?
Tenho de me livrar das pessoas que me intoxicam. Todas. Umas intoxicam-me pelo bem outras intoxicam-me pelo mal. Mas sempre cheio de pessoas. Sempre vocês em primeiro lugar. Nunca eu!
Claro que toda a gente sabe que ele diz isso porque não tem experiência em ter um coração. Se tivesse soubesse o que é ter um coração não dizia nem pedia isso.
Ter um coração dá trabalho. Dá mto trabalho. tanto para o bem como para o mal.....
Num minuto estamos no céu como na hora seguinte estamos no inferno.
E depois para temperar há sempre a cabeça que está sempre a analisar tudo. A pesar os prós e os contras. A dizer faz! A dizer não faças!
Será que o Homem de lata é mais feliz desde que tem o coração?
Acho que não. Tem apenas mais coisas com que se preocupar. Apenas mais sentimentos do que o que tinha.
E na pausa para uma rapidinha (depois de 3 semanas) fico a pensar......
Será que o Homem de lata tem de se preocupar com a parte física?
Será que o sexo conta? Será que isto que fiz conta como traição dos meus sentimentos? Será que apenas estou a ser humano e a fazer o que é esperado de mim?
Tenho de me livrar das pessoas que me intoxicam. Todas. Umas intoxicam-me pelo bem outras intoxicam-me pelo mal. Mas sempre cheio de pessoas. Sempre vocês em primeiro lugar. Nunca eu!
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
A Flor e o Big Bang
Uma semente. Uma pequena semente. É tudo aqui que tudo começa. Uma coisa tão pequena e cheia de vida.
A semente foi plantada quando te conheci e vi esses olhos azuis. Infelizmente (ou nas circunstancias que foi devo dizer felizmente?) essa semente foi plantada em areia. Esteve ali, dormente, à espera da altura de germinar. De reunir todas as condições para dela nascer vida. Durante semanas, meses, foram feitos os preparativos. O vaso. A terra.
E num quente e soalheiro fim de semana de Agosto a semente é transplantada. O vaso, os segredos partilhados, a terra, o teu corpo, o sol, o teu sorriso, a chuva, ver-te feliz e realizado naquele instante.
A semente germinou. O meu maior receio? Que caia geada e mate esta flor que ainda é apenas um rebento. Tenho medo que nunca venha a ser um girassol.
Podia ser como o big bang. Uma explosão e nasceu a vida.
Mas não é. E isso torna a vida agri-doce.
PS: estou obcecado ou é apenas o alccol a falar?
sábado, 6 de outubro de 2012
A impossibilidade
Quero-te. Desejo-te. Preciso de ti. Mas de que adianta isso? Não sei se sentes o mesmo.
Os sinais que me dás são contraditórios.
Será que temos medo? Medo de sermos mais? Medo de perder o que temos? Medo dos outros?
A última imagem que guardo de ti és tu deitado no meu sofa a altas horas da noite. E os teus olhos azuis brilham. E sinto-te em paz. Sinto-te feliz. E isso deixa-me feliz.
Não posso sofrer. Não posso, mais uma vez, ter o meu coração partido. Não o juntei com super cola mas sim com fita adesiva. Portanto ele vai partir-se.
Preciso de falar contigo. De aliviar a minha alma. Mas tenho medo. E sei que tu também.
Os sinais que me dás são contraditórios.
Será que temos medo? Medo de sermos mais? Medo de perder o que temos? Medo dos outros?
A última imagem que guardo de ti és tu deitado no meu sofa a altas horas da noite. E os teus olhos azuis brilham. E sinto-te em paz. Sinto-te feliz. E isso deixa-me feliz.
Não posso sofrer. Não posso, mais uma vez, ter o meu coração partido. Não o juntei com super cola mas sim com fita adesiva. Portanto ele vai partir-se.
Preciso de falar contigo. De aliviar a minha alma. Mas tenho medo. E sei que tu também.
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
As Horas
As horas sem ti parecem infinitas. Os minutos sem ti parecem anos. Cada segundo condensa em si a eternidade de não ver o teu sorriso. E quando vejo o tempo pára. Num instante vejo toda uma vida.
A luz que brilha nos teus olhos quando descobres aquele livro e ficas preso. Como se não houvesse mais ninguém, mais nada no mundo.
Aquele abraço que dás. Tão simples mas com um universo tão grande dentro dele que o meu coração se sente esmagado.
A máscara que usas. A que todos vêem mas que eu, raras vezes, tive a oportunidade de a ver cair e ver a tua fragilidade.
O teu corpo. Que desejo carnalmente e, ao mesmo tempo, quero deixar imaculado. O corpo de um anjo. Tê-lo seria um prazer e uma dor. Nele quero fazer o meu templo.
Principe Connor.
A luz que brilha nos teus olhos quando descobres aquele livro e ficas preso. Como se não houvesse mais ninguém, mais nada no mundo.
Aquele abraço que dás. Tão simples mas com um universo tão grande dentro dele que o meu coração se sente esmagado.
A máscara que usas. A que todos vêem mas que eu, raras vezes, tive a oportunidade de a ver cair e ver a tua fragilidade.
O teu corpo. Que desejo carnalmente e, ao mesmo tempo, quero deixar imaculado. O corpo de um anjo. Tê-lo seria um prazer e uma dor. Nele quero fazer o meu templo.
Principe Connor.
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Cada vez mais enredado nesta teia. Só espero que a aranha não me coma.... Ou será que quero ser comido?! :P
http://youtu.be/tIc_J1QmtvY
http://youtu.be/tIc_J1QmtvY
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